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Archive for the ‘Sem-categoria’ Category

ORAÇÃO DO DIA

“… alivia minha alma, faze com que eu sinta que Tua mão está dada a minha, faze com que eu sinta que a morte não existe porque na verdade já estamos na eternidade, faze com que eu sinta que amar é não morrer, que a entrega de si mesmo não significa a morte e sim a vida, faze com que eu sinta uma alegria modeta e diária; faze com que eu não Te indague demais, porque a resposta seria tão misteriosa quanto a pergunta, faze com que eu receba o mundo sem medo, pois para esse mundo incompreensível nós fomos criados e nós mesmos também incompreensíveis, então é que há uma conexão entre esse mistério do mundo e o nosso, mas essa conexão não é clara para nós enquanto quisermos entendê-la; abençoa-me para que eu viva com alegria o pão que como, o sono que durmo, faze com que eu tenha paciência e caridade comigo mesma, pois senão não poderei sentir que Deus me amou. Faze com que eu perca o pudor de desejar que na hora da minha morte haja uma mão humana amada para apertar a minha, Amém”.
[Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres-Clarice Lispector].

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No último dia 20, o choro arrebentou corações e deixou sem fôlego uma família inteira e 40 minutos depois foi o silêncio que estraçalhou corações ora cheio de alegria. Sophia nasceu as 03:05 da manhã de uma segunda-feira agitada, mas como nem tudo são flores às 03: 45 a Lara, doce e bela, faleceu, algo que não caberia nas palavras e que mesmo assim tive que repetir tantas vezes que agora me reservo o direito de não repetí-la aqui. Se chorei? Metade do meu coração se desfez em pedaços e o pranto dos olhos foi menor que o pranto da alma, mas não deixei e nem deixo que essa dor tão particular supere a alegria de olhar o rostinho da minha sobrinha/afilhada Sophia.

Olha que sorriso lindo? É por esse sorriso que a titia se derrete toda!

Bjks e obrigada pelo carinho e a paciência.

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SE EU PUDESSE

SE EU PUDESSE…
Diria, mas cala em sangue a garganta
Correria, o campo doce do teu eu
Dançaria, passo torto de música sem harmonia
Faria, céu de brigadeiro
Se eu pudesse… Ah, se eu pudesse
Passe pro céu, o da boca, desmanchando em risos estrelas;
Encantá-lo com meu canto e te fazer cativo dos meus laços/braços
Mas o SE, que não é certeza, põe o pranto em meus olhos, de saber que pelo SE não te terei de fato aqui…

*

*

*

Obrigada pela solidariedade com a minha falta de cama, do fato resumo aqui que pulei na cama da mamãe rsrs

Bjks cheias de saudades!

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Tirando a poeira

Dizem que quando realmente queremos arrumamos tempo pra tudo, se for verdade não tô sabendo organizar  meu tempo. Tentei me desfazer do mundo blogueiro diversas vezes mais só de pensar aperta o peito. Adoro escrever mesmo sem público e me pego querendo “dar satisfações” aos traseuntes. Pois é, estou bem, atarefada e muito, muito feliz, tudo que é novo renova as forças e mostra um mundo diferente. Estou pegando intimidades com os procesos (Ah, estou no fórum da minha cidade), ainda tenho muito o que aprender. E vocês? Como andam? Não tenho visitado muitos blogs e não tenho feito comentários, mas tento não perdê-los de vista. Queria aproveitar e deixar flores perfumadas a sempre tão delicada CIN que me presenteou com um selinho, obrigada linda.

Aqui onde moro quando uma visita é rápida costumamos brincar que foi um vento que trouxe a pessoa, então, até o próximo vento que me traga por essas bandas.

Bjk@s

 

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O poeta

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama o coração.

                        Fernando Pessoa

Claufe Rodrigues faz uma viagem à história de Fernando pessoa  numa série que comemora os 120 anos de nascimento do poeta. Com certeza um programa imperdível para os amantes desse “poeta fingidor”.

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Quando recebi o convite para assumir a sala do 7º ano na licença prêmio da professora efetiva, confesso pensei duas vezes. Tive outras experiências em sala de aula que se por um lado me fazem orgulhosa e feliz por outro me entristecem e decepcionam. Mas apesar desse antagonismo aceitei. Acabou o meu 1º mês e agora me resta um junho (meu mês de despedida) atribulado,  cheio de tarefas.

Eu me entrego demais quando assumo uma responsabilidade e quando saio da sala de aula estou tão cansada e por vezes desmotivada que tenho vontade de não voltar lá no dia seguinte. Não foram apenas coisas ruins mas devo confessar que elas tem um grande peso.

Alunos e professores desmotivados, sitema de ensino ruim e que em nada contribuem pra nós, docentes, nessa nossa luta diária de educar, esse é o panorama. Tive sorte de ir pra uma escola em que a direção é interessada e ao menos tenta nos dá um local bom para trabalhar. A escola tem vários projetos interessantes para estimular alunos. Um que posso citar chama-se RECREIO LITERÁRIO que faz um momento de lazer voltado a leitura com um canto aconchegante de tapetes, almofadas e claro muitos livros pra deixar a imaginação fluir. É uma felicidade vê-los sentados e tão compenetrados. Embora vejo que são poucos os interessados em comparação ao número total de alunos.

O mês de junho é mês de provas bimestrais e como no bimestre passado a turma não foi muito bem nas provas, preocupo-me com o que realmente eles estejam aprendendo. Tentei fazer das minhas aulas ( geografia, história e ciências) o mais lúdico possível para que eles tivessem interesse em observar, assimilar, questionar. Apesar disso não me sinto totalmente confiante e essas provas serão a prova de fogo pra saber se de fato algo foi absorvido.

Desejem-me sorte e mais ainda não nos deixemos esmorecer na luta a favor de uma educação de qualidade no Brasil.

Bjocas

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100 PACIÊNCIA

                      

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